13 de dezembro de 2007

Ao metro.....

Com o título"As Regiões também se medem ao Metro", Pedro Morgado compara, no Avenida Central, as grandes diferenças nos investimentos que são feitos na Área metropolitana do Porto e na "pomposa" Grande Área Metropolitana do Minho.
É uma abordagem muito interessante e que merece uma leitura com muita atenção e uma reflexão por parte de quem tem a responsabilidade na gestão dos municípios desta região e do país.
"O Metro do Porto prepara-se para absorver metade do custo estimado para o novo aeroporto de Lisboa e, enquanto isso, não serão mais do que migalhas aquilo que chegará ao Minho. Braga e Guimarães serão contentados com o Instituto de Nanotecnologias e a Capital Europeia da Cultura, tostões comparados às magnânimas intervenções que se perspectivam para as duas maiores cidades do país."
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2 comentários:

Pedro Menezes Simoes disse...

Fica aqui um duplo desafio para os blogues nortenhos (nomeadamente para o norteamos):
- reduzir as novas linhas no grande porto, limitando-as ao essencial e aproveitando as linhas já existentes - leixões (poupar aqui)
- garantir o início do metro no quadrilátero minhoto (e investir aqui)

Porque não aproveitar a situação para lançar as bases para uma plataforma de entendimento Porto-Minho? As propostas nos blogues nortenhos deveriam passar sempre por isto: poupar no Porto usando a linha de Leixoes, investir no Minho usando também as linhas já existentes (desaproveitadas).

P.S. Está na altura de espicaçar a AIMinho.

Bacabá disse...

Cada vez que convenço que VN de Famalcão nada tem a ganhar com a AM do Minho. Sem querer entrar em bairrismos bacocos e desprovidos de conteudos reais, creio que Famalicão deveria integrar sem qualquer receio a area metropolitana do Porto, até porque Famalicão na sua natureza geografica está na periferia do distrito de Braga, e na atitude e desenvolvimento industrial, social está no centro da grande area metropolitana do Porto

"O mal dos seres humanos, é que preferem ser arruinados pelos elogios, a ser salvo pelas críticas."