25 de abril de 2010
23 de abril de 2010
18 de abril de 2010
Dos outros 82
A orientação sexual não é uma opção; é-se homossexual, heterossexual ou bissexual. Não se muda, não se escolhe, não se trata! Não se pode transformar um heterossexual num homossexual, nem vice-versa, porque a orientação sexual não é uma doença. A pedofilia é uma perversão sexual, é um desvio, é punível por lei e caracteriza-se pela atracção e pelo abuso sexual de crianças. Dois itens distintos. Não dá para baralhar, senhor cardeal!
17 de abril de 2010
14 de abril de 2010
Maré Alta de 14/04/2010
No respeito pelo funcionamento das instituições.
Nas últimas semanas, têm vindo a público alguns desentendimentos no PSD famalicense depois das eleições para a sua liderança nacional. O culminar desses desentendimentos foi a demissão Mário Passos e da sua comissão política que haviam sido eleitos há muito pouco tempo e a convocação de novas eleições internas.
A vida interna do PSD não me preocupa e também não me diz respeito. Mas o caso já muda de figura quando alguns desses intervenientes desempenham importantes cargos noutras instituições, nomeadamente na Câmara Municipal e Juntas de freguesia. Alegadamente, houve ameaças de sanções a pessoas democraticamente eleitas que implicariam alterações das suas funções. Uma dessas sanções seria, alegadamente, a retirada de pelouros e corte de apoios a freguesias cujos respectivos presidentes não acatassem determinadas orientações. A serem verdadeiras estas situações, e tudo leva a crer que sim, estamos perante o flagrante abuso de poder em que se usam cargos públicos para se atingirem objectivos particulares ou corporativos.
Informações a que tive acesso, relatam um ambiente muito tenso no funcionamento da Câmara Municipal e que acaba reflectido no desempenho de muitos funcionários que acabam por ser afectados por motivações a que são alheios e a que a própria Câmara Municipal também deveria ser. Infelizmente, esta maioria no poder desde 2002 usa a Câmara Municipal como se fosse sua propriedade, tendo como expoente máximo disso, a forma presidencialista e quase feudal com que Armindo Costa utiliza o cargo de Presidente da Câmara.
Já é tempo de Armindo Costa perceber que não é dono da Câmara Municipal e que as funções que desempenha devem servir para defender o interesse público de todos os famalicenses e não para atingir quaisquer outros objectivos. Uma Democracia adulta e saudável não pode aceitar este tipo de situações.
Mais, Armindo Costa e a restante Câmara Municipal não podem continuar a sentir-se acima de tudo e de todos como reiteradamente faz em relação à Assembleia Municipal a quem tem a obrigação de prestar contas. O simples acto de ignorar perguntas de deputados ou de ignorarem os prazos previstos na Lei para responder aos requerimentos ou mesmo não respondendo como já aconteceu, é a melhor prova dessa inaceitável atitude de poder absoluto.
Com o passar dos anos, esta postura começa a ser absolutamente insustentável e é já tempo de criar uma real alternativa que seja capaz de repor a dignidade que se exige da gestão de uma instituição como é a Câmara Municipal. É preciso que os famalicenses tenham consciência da necessidade de uma alternativa verdadeiramente democrática em que o poder seja uma vontade colectiva suficientemente representativa e não esteja dependente dos caprichos de uma qualquer pessoa que se acha acima de tudo e de todos.
Essa mudança é urgente e depende de todos nós, no estrito respeito pela lei e pelos valores democráticos, mas também no uso pleno dos nossos direitos de cidadania.
A vida interna do PSD não me preocupa e também não me diz respeito. Mas o caso já muda de figura quando alguns desses intervenientes desempenham importantes cargos noutras instituições, nomeadamente na Câmara Municipal e Juntas de freguesia. Alegadamente, houve ameaças de sanções a pessoas democraticamente eleitas que implicariam alterações das suas funções. Uma dessas sanções seria, alegadamente, a retirada de pelouros e corte de apoios a freguesias cujos respectivos presidentes não acatassem determinadas orientações. A serem verdadeiras estas situações, e tudo leva a crer que sim, estamos perante o flagrante abuso de poder em que se usam cargos públicos para se atingirem objectivos particulares ou corporativos.
Informações a que tive acesso, relatam um ambiente muito tenso no funcionamento da Câmara Municipal e que acaba reflectido no desempenho de muitos funcionários que acabam por ser afectados por motivações a que são alheios e a que a própria Câmara Municipal também deveria ser. Infelizmente, esta maioria no poder desde 2002 usa a Câmara Municipal como se fosse sua propriedade, tendo como expoente máximo disso, a forma presidencialista e quase feudal com que Armindo Costa utiliza o cargo de Presidente da Câmara.
Já é tempo de Armindo Costa perceber que não é dono da Câmara Municipal e que as funções que desempenha devem servir para defender o interesse público de todos os famalicenses e não para atingir quaisquer outros objectivos. Uma Democracia adulta e saudável não pode aceitar este tipo de situações.
Mais, Armindo Costa e a restante Câmara Municipal não podem continuar a sentir-se acima de tudo e de todos como reiteradamente faz em relação à Assembleia Municipal a quem tem a obrigação de prestar contas. O simples acto de ignorar perguntas de deputados ou de ignorarem os prazos previstos na Lei para responder aos requerimentos ou mesmo não respondendo como já aconteceu, é a melhor prova dessa inaceitável atitude de poder absoluto.
Com o passar dos anos, esta postura começa a ser absolutamente insustentável e é já tempo de criar uma real alternativa que seja capaz de repor a dignidade que se exige da gestão de uma instituição como é a Câmara Municipal. É preciso que os famalicenses tenham consciência da necessidade de uma alternativa verdadeiramente democrática em que o poder seja uma vontade colectiva suficientemente representativa e não esteja dependente dos caprichos de uma qualquer pessoa que se acha acima de tudo e de todos.
Essa mudança é urgente e depende de todos nós, no estrito respeito pela lei e pelos valores democráticos, mas também no uso pleno dos nossos direitos de cidadania.
Crónica publicada no Jornal Opinião Pública
13 de abril de 2010
Dos outros 81
A administração que suga (com uma grande contribuição do seu CEO) quase três por cento dos lucros de uma das maiores empresas nacionais acusa os trabalhadores de falta de solidariedade por quererem um aumento de 2,8 por cento.
Daniel Oliveira (Arrastão)
10 de abril de 2010
Alegre vs Nobre
Desde há algum tempo a esta parte, que várias pessoas do Bloco de Esquerda me têm abordado na tentativa de me tentar "colar" à candidatura de Manuel Alegre. Outros tentam fazer o mesmo em relação à candidatura de Fernando Nobre. Só manifestarei um eventual apoio a alguma das candidaturas quando conhecer em pormenor o programa e as posições concretas dos candidatos em relação aos temas mais importantes para o país.
É verdade que acho positiva a disponibilidade de Fernando Nobre, pelo apreço que tenho pelo seu trabalho em pról dos mais necessitados. Só por si, isso não significa que politicamente seja a melhor opção para o país, nem que isso me obrigue a apoiar a sua candidatura.
Por outro lado, é verdade que nunca tive uma especial simpatia por Manuel Alegre, mas o seu percurso político e a postura perante alguns temas relevantes para o país são pontos a seu favor.
Quer queiramos quer não, apesar de as caracteristicas pessoais serem importantes para o desempenho do cargo presidencial, A questão política tem sempre um peso significativo na decisão de eventualmente vir a apoiar alguma das candidaturas, a nível estritamente pessoal.
É verdade que acho positiva a disponibilidade de Fernando Nobre, pelo apreço que tenho pelo seu trabalho em pról dos mais necessitados. Só por si, isso não significa que politicamente seja a melhor opção para o país, nem que isso me obrigue a apoiar a sua candidatura.
Por outro lado, é verdade que nunca tive uma especial simpatia por Manuel Alegre, mas o seu percurso político e a postura perante alguns temas relevantes para o país são pontos a seu favor.
Quer queiramos quer não, apesar de as caracteristicas pessoais serem importantes para o desempenho do cargo presidencial, A questão política tem sempre um peso significativo na decisão de eventualmente vir a apoiar alguma das candidaturas, a nível estritamente pessoal.
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