21 de fevereiro de 2010

Perguntas a que Manuel Cunha não chegou a ter resposta.

No seu último post no LEMMA, Manuel Cunha perguntava: Até quando, Sócrates, teremos de te suportar?
E ainda: como pode tal criatura permanecer como Primeiro-ministro?

Mas hoje também em Portugal se justifica a pergunta "Como foi possível?"
Sim. Que estranho conjunto de circunstâncias conduziu o País ao desastre que o atinge? Como explicar que o povo que foi sujeito da Revolução de Abril tenha hoje como Primeiro-ministro, transcorridos 35 anos, uma criatura como José Sócrates? Como podem os portugueses suportar passivamente há mais de cinco anos a humilhação de uma política autocrática, semeada de escândalos, que ofende a razão e arruína e ridiculariza o Pais perante o Mundo?

Não chegou a ter resposta a estas questões, mas fica o desafio, a visão de quem tinha uma ampla noção sobre a liberdade.

20 de fevereiro de 2010

Até sempre Senhor Manuel Cunha



Foi com uma profunda tristeza que recebi a notícia do falecimento do senhor (digo senhor, porque sempre foi merecedor disso) Manuel Cunha de Riba D Ave.

Há cerca de 4 anos que vinha acompanhando as suas posições nos textos que foi escrevendo, mas só em Outubro passado tive o privilégio de o conhecer pessoalmente. Foi numa acção de campanha das eleições Autárquicas. Jamais esquecerei as palavras que me dirigiu nessa ocasião.

Depois disso voltei a falar com ele mais algumas vezes, mas fica a sensação de que aprendi muito com a sua mensagem.

Famalicão fica mais pobre.

Até sempre!

11 de fevereiro de 2010

Pela liberdade da informação

Nestes dias intensos em que tentamos que a censura acabe de vez, deixo a sugestão de uma leitura atenta do texto publicado por António Balbino Caldeira no seu Do Portugal profundo, em que relata a sua visão sobre este preocupante tema e sugere algumas acções para contrapor a "conspiração".

Mais do mesmo autor.

Mais do mesmo autor.

"O mal dos seres humanos, é que preferem ser arruinados pelos elogios, a ser salvo pelas críticas."