10 de fevereiro de 2010

Humor

Num Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta: -Quantos rins nós temos? -Quatro! - Responde o aluno. Quatro? - Replica o professor arrogantemente, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos. -Tragam, um fardo de feno, pois temos um asno na sala. - ordena o professor ao seu auxiliar. -E para mim um cafézinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre. O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971) Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre: -O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'... 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. 'Nós' é uma expressão usada para o plural.. Tenha um bom apetite e delicie-se com o feno.

MORAL: A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou 'acreditarem' que o têm, acham-se no direito de subestimar os outros..... Haja feno!!!

Via Crítica na rede.

4 de fevereiro de 2010

Para pensar 71

“Não viva para que a sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida...”

Bob Marley

1 de fevereiro de 2010

39/13 continuação.

Devo esclarecer que o meu filho não faz anos hoje, peço desculpa por induzir em erro. Eu é que faço anos de idade e de casado. Ele só faz em Junho.
Muita coincidência....

Em Abril de 2009 conhecemos um casal de Leiria do qual ficamos amigos. Fiquei agora a saber que ele nasceu no mesmo dia que eu (01 Fev.), casaram precisamente no mesmo dia que nós (01Fev1997) e a filha deles tem o mesmo nome que a nossa.

39/13

Nada melhor para começar a semana que um duplo aniversário. Recordo aqui o que escrevi no dia de hoje há 2 anos atrás, mudando os números, continua bem actual.

P. S.: O meu filho não faz anos hoje, eu faço 39 anos de idade e 13 de casado. O meu filho só faz em Junho, mas já ficam entregues....

27 de janeiro de 2010

Maré Alta de 27/01/2010

A Variante poente.

Tem sido tema de algum interesse nos últimos dias a discussão em torno da construção da Variante Poente em V. N. de Famalicão e que terá ligação ao concelho vizinhos da Trofa e Maia e Santo Tirso.
Aparte da birra de Armindo Costa pelo facto do projecto ter sido tornado público em primeiro lugar pela Câmara da Trofa, tirando-lhe o oportunidade de brilhar numa apresentação pomposa de que é especialista e das respostas também inflamadas de representantes do Partido Socialista aos desabafos do edil famalicense, esta obra não deixa de ser importante para a região, muito para além de qualquer interesse político-partidário.
Pecará por tardia, tendo em conta o permanente e crónico congestionamento da Nacional 14, fruto da falta de alternativas capazes de dar resposta a necessidades de acessibilidades, nomeadamente por parte do tecido industrial de toda esta região. Quando comparada a região da Grande Lisboa com do Grande Porto, verifica-se que há muito que esta via deveria estar feita, quanto mais não seja por uma questão de equilíbrio dos factores de desenvolvimento que o Estado deveria ter.
Que a obra é necessária e urgente, penso que ninguém terá dúvidas. Já em relação ao seu trajecto, implicações em termos ambientais e mesmo sociais, as opiniões já podem divergir. Poderemos também equacionar os benefícios versus malefícios da existência de uma ligação mais rápida em termos de fluxos de pessoas e as implicações demográficas que daí resultarão.
Sobre esta vertente, penso que é oportuno não esquecer que se continua a privilegiar os automóveis e não tanto os transportes colectivos, nomeadamente o comboio. Uma vez que esta nova via concorre quase directamente com a linha do Minho, pode acontecer que haja quem possa deixar de utilizar o comboio para, por comodidade, passar a usar o carro para se deslocar.
Este cenário deverá ser equacionado e tem que continuar o investimento para conseguir optimizar e potencializar ainda mais a ligação ferroviária entre o Porto, Famalicão e Braga. Esta preocupação não deve cingir-se apenas às empresas responsáveis pelo caminho-de-ferro, mas deve ser extensível às câmaras municipais para criem condições de acessibilidades às respectivas estações com o objectivo de facilitar e promover o uso dos transportes colectivos.
Se isto não for feito, corremos o risco de, daqui a pouco tempo, virmos a ter a nova variante igualmente saturada tal como a Nacional 14 e assistirmos a uma redução de utilizadores dos transportes colectivos, com os consequentes prejuízos ambientais e económicos que isso representa.


"O mal dos seres humanos, é que preferem ser arruinados pelos elogios, a ser salvo pelas críticas."