Durante a campanha eleitoral para as Eleições Autárquicas, fui o único candidato à Assembleia Municipal que defendeu de uma forma clara e objectiva a utilização das Novas Tecnologias da Informação, nomeadamente a Internet, para divulgar as actividades da AM e dessa forma criar maior proximidade das populações com aquele órgão.
Durante o debate na Rádio Digital, Nuno Melo contestou esta minha proposta alegando imperativos legais e regimentais.
Fiquei positivamente surpreendido quando, na sua intervenção de tomada de posse, Nuno Melo desafiou a Mesa e a Comissão Permanente de Apoio à Mesa a criarem condições para a utilização dessas mesmas NTI na Assembleia Municipal com os mesmos objectivos que eu havia proposto.
Só por isto, a minha participação na campanha eleitoral já valeu a pena.
4 de novembro de 2009
3 de novembro de 2009
Tomada de posse
Tive hoje o privilégio de tomar posse como deputado da Assembleia Municipal de Vila Nova de Famalicão, eleito pelo Bloco de Esquerda.
Entendo esta minha presença na Assembleia Municipal como uma nova forma de participação cívica na sociedade, no seguimento daquilo que tem vindo a acontecer há vários anos a esta parte, primeiro no associativismo, depois na militância partidária e agora também nestas novas funções. Entendo-a numa perspectiva de serviço, de trabalho, de concertação. Muito mais que as posições do meu partido, são os superiores interesses de todos os famalicenses e a minha consciência que orientação a minha participação no órgão mais representativo da população.
As promessas eleitorais nunca serão esquecidas e irei bater-me por elas nas condições que tiver para o fazer, mesmo sabendo que será muito difícil de o conseguir por força de o Bloco de Esquerda ter apenas dois deputados na Assembleia. Apesar disso honrarei o compromisso que fiz com os famalicenses na altura da apresentação da candidatura.
Neste mandato que agora tem início não espero, infelizmente, grandes alterações. Ficou claro pela intervenção de Armindo Costa que o município de V. N. de Famalicão continuará a ser governado num estilo presidencialista, com todo o poder na mão de uma única pessoa. Voltamos a ouvir as mesmas promessas repetidas vezes sem conta, mas em que a maioria dos famalicenses voltou a acreditar. Espero, para bem dos famalicenses, que algumas dessas promessas venham a ser realidade durante este mandato, principalmente aquelas que mais directamente afectam a qualidade de vida das populações. Mas temo que a prioridade continue a ser dada ao populismo de obras e iniciativas que enchem páginas dos jornais, mas que pouco contribuem para o bem-estar e desenvolvimento do concelho.
Da mesa da Assembleia Municipal espero e desejo que tenha a imparcialidade que o cargo exige e que seja capaz de congregar vontades e esforços dos diferentes quadrantes políticos ali representados para dignificar o órgão e consequentemente a própria Democracia. Ao contrário daquilo que no passado chegou a acontecer, espero que a Assembleia Municipal seja exigente para com Câmara Municipal, no estrito âmbito das suas competências e que seja efectivamente o seu órgão fiscalizador.
Dos meus e minhas agora colegas deputados e deputadas dos diversos partidos espero um aceso e construtivo debate de ideias que tenha como objectivo único o desenvolvimento equilibrado e sustentável do nosso município, nas suas mais diversas vertentes. Neste aspecto, poderão sempre contar com o meu modesto contributo.
Por último e não menos importante, uma palavra a todos os presidentes das juntas de freguesia, desejando que o seu importantíssimo trabalho na relação de proximidade com as populações seja um factor de desenvolvimento das freguesias a todos os níveis. Este trabalho de maior proximidade com as populações deverá ser motivador e mobilizador de uma maior participação dos cidadãos no processo democrático.
As promessas eleitorais nunca serão esquecidas e irei bater-me por elas nas condições que tiver para o fazer, mesmo sabendo que será muito difícil de o conseguir por força de o Bloco de Esquerda ter apenas dois deputados na Assembleia. Apesar disso honrarei o compromisso que fiz com os famalicenses na altura da apresentação da candidatura.
Neste mandato que agora tem início não espero, infelizmente, grandes alterações. Ficou claro pela intervenção de Armindo Costa que o município de V. N. de Famalicão continuará a ser governado num estilo presidencialista, com todo o poder na mão de uma única pessoa. Voltamos a ouvir as mesmas promessas repetidas vezes sem conta, mas em que a maioria dos famalicenses voltou a acreditar. Espero, para bem dos famalicenses, que algumas dessas promessas venham a ser realidade durante este mandato, principalmente aquelas que mais directamente afectam a qualidade de vida das populações. Mas temo que a prioridade continue a ser dada ao populismo de obras e iniciativas que enchem páginas dos jornais, mas que pouco contribuem para o bem-estar e desenvolvimento do concelho.
Da mesa da Assembleia Municipal espero e desejo que tenha a imparcialidade que o cargo exige e que seja capaz de congregar vontades e esforços dos diferentes quadrantes políticos ali representados para dignificar o órgão e consequentemente a própria Democracia. Ao contrário daquilo que no passado chegou a acontecer, espero que a Assembleia Municipal seja exigente para com Câmara Municipal, no estrito âmbito das suas competências e que seja efectivamente o seu órgão fiscalizador.
Dos meus e minhas agora colegas deputados e deputadas dos diversos partidos espero um aceso e construtivo debate de ideias que tenha como objectivo único o desenvolvimento equilibrado e sustentável do nosso município, nas suas mais diversas vertentes. Neste aspecto, poderão sempre contar com o meu modesto contributo.
Por último e não menos importante, uma palavra a todos os presidentes das juntas de freguesia, desejando que o seu importantíssimo trabalho na relação de proximidade com as populações seja um factor de desenvolvimento das freguesias a todos os níveis. Este trabalho de maior proximidade com as populações deverá ser motivador e mobilizador de uma maior participação dos cidadãos no processo democrático.
29 de outubro de 2009
26 de outubro de 2009
Cemitério de Sezures
Depois de vários meses paradas e de uma visita das candidaturas do BE às Autárquicas, reiniciaram-se as obras de alargamento do cemitério de Sezures. Falta saber porque razão estiveram paradas durante tanto tempo, estariam à espera do resultado das eleições?
O regresso dos Skunk Anansie
Oito anos após a separação, os Skunk Anansie estão de volta. O regresso faz-se com o lançamento de um álbum que reúne os maiores sucessos da banda inglesa. "Smashes and Trashes" voltou a juntar os quatro elementos da banda inglesa e marca o início de uma nova era para os Skunk Anansie. A banda actua em Lisboa a 3 de Novembro e no dia seguinte no Porto.
23 de outubro de 2009
Agenda 23/10/2009
Mário Zambujal apresenta "Uma Noite Não São Dias"
O escritor Mário Zambujal vai estar na próxima sexta-feira, dia 23 de Outubro, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco para apresentar o seu último livro "Uma Noite Não São Dias", da Planeta Editora. O encontro é promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Livraria Fontenova.
Mário Zambujal define este seu livro como sendo uma "paródia" com acção centrada em 2044 e que reforça algumas tendências do mundo actual. Para o autor, "Uma Noite Não São Dias" é um livro que se pretende "risonho e brincalhão", mas que também pode ser visto com "alguma seriedade". "Este livro é uma paródia, com uma atmosfera muito caricaturada do que poderá vir a ser Lisboa em 2044 e que surge na sequência de algumas tendências actuais, como o incontornável avanço das tecnologias, mas a pouca mudança no que toca à condição humana".
Mário Zambujal define este seu livro como sendo uma "paródia" com acção centrada em 2044 e que reforça algumas tendências do mundo actual. Para o autor, "Uma Noite Não São Dias" é um livro que se pretende "risonho e brincalhão", mas que também pode ser visto com "alguma seriedade". "Este livro é uma paródia, com uma atmosfera muito caricaturada do que poderá vir a ser Lisboa em 2044 e que surge na sequência de algumas tendências actuais, como o incontornável avanço das tecnologias, mas a pouca mudança no que toca à condição humana".
Via: Portal do Cidadão
18 de outubro de 2009
Dos outros 73
"Deus só existe na nossa cabeça, é o único lugar em que nós podemos confrontar-nos com a ideia de Deus. É isso que tenho feito, na parte que me toca".
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