23 de setembro de 2009

Apartes da política.

Ontem, num evento de preparação para as Eleições Autárquicas, tive a oportunidade de reencontrar um antigo colega de escola que não via há mais de 15 anos. Acabou por ser uma satisfação saber que ele é candidato à Câmara Municipal de Póvoa de Lanhoso, mesmo que por outra força política. Bons tempos aqueles....

Para lá da comunicação social....

Tive ontem a oportunidade de participar na arruada do BE pelas ruas de Braga e pensando da calorosa receptividade da população a Francisco Louçã, tenho que concordar com Daniel Oliveira quando escreve no Arrastão que:
"confirmei o que sempre soube: há muito mundo fora dos comentários dos jornais e das televisões. E há razões para o nervosismo de alguns. O nervoso que se sente no Bloco Central só confrma que não me enganei no lado em que, independentemente de críticas que vá fazendo, escolhi estar."

17 de setembro de 2009

Dia intenso.


Hoje foi um dia intenso de campanha. Pedro Soares, José Maria Martins e Paula Nogueira, os 3 primeiros candidatos do BE pelos distrito de Braga às Eleições Legislativas; ainda com Joana Oliveira, Ana Marcelino eu próprio e a restante comitiva, tivemos o dia inteiro em acções de campanha no concelho de V. N. de Famalicão.

Destaco as visitas à ACIF, Centro de Saúde e ao fim da tarde à Associação Mundos de Vida em Lousado.

A excelente receptividade da população à mensagem do BE tem sido a principal tónica desta campanha.

13 de setembro de 2009

Asfixia democrática

Cada vez mais Armindo Costa se assemelha a Alberto João Jardim tal é o descaramento no abuso do poder para uso da sua campanha eleitoral.
Ontem (dia 12) assisti a uma situação bem demonstrativa disso, na entrada da Feira de Artesanato, vários funcionários da Câmara Municipal, devidamente identificados com colete e crachá, entregavam a quem entrava um exemplar da edição do dia 11, do jornal Correio do Minho de Braga, em que surge na 1ª página o destaque de um suplemento com Armindo Costa.
Esta é uma situação de claro abuso de poder em benefício próprio, que não pode deixar os famalicenses indiferentes.

10 de setembro de 2009

Mará Alta de 09/09/2009

Em ambiente eleitoral.

Por muito que queiramos diversificar os temas destas crónicas, durante este período é inevitável falarmos das campanhas eleitorais para as Legislativas e Autárquicas que se aproximam.
É normal nestas, como noutras alturas, a comunicação social, principalmente a de maior abrangência como por exemplo a televisão, jornais e blogosfera destacarem as gafes; aos insultos como faz recorrente e impunemente Alberto João Jardim; os aproveitamentos dos cargos que alguns candidatos ainda ocupam para fazerem inaugurações e lançamentos de obras; etc. Depois há também aqueles casos menos mediáticos mas que vão acontecendo ao nível das freguesias, em que alguns candidatos se vão “colando” a iniciativas de candidatos de outros partidos, tentando confundir os eleitores.
Mas as campanhas eleitorais devem ser muito mais que episódios negativos, devem ser construtivas, esclarecedoras e mobilizadoras. Importa muito mais que às populações chegue de forma clara e bem perceptível aquilo que cada partido defende e está disposto a fazer pela sua freguesia, município ou país. Todos sabemos que não é uma tarefa fácil, principalmente para tanta gente a quem um programa eleitoral nada representa e que a decisão do seu voto é condicionada por um qualquer outro factor.
No que toca aos partidos, devem conhecer e ser capazes de dar resposta aos principais problemas e conseguirem acompanhar as dinâmicas próprias de cada sector da sociedade. Neste âmbito, tive a oportunidade de participar nas Jornadas da Economia Solidária e Desenvolvimento Rural organizadas pelo Bloco de Esquerda, no passado sábado em Braga. Esta área não havia sido antes devidamente estudada e desenvolvida pelo BE e foi a oportunidade de reunir em debate com especialistas, pessoas que representam muitos agricultores e de outras actividades ligadas ao mundo rural. Conhecer este contexto directamente de quem vive esta realidade e melhor que ninguém conhece os seus problemas é a melhor forma de um partido político propor e lutar pelas melhores soluções. Todas as pessoas e entidades ligadas directa ou indirectamente à agricultura em toda esta região precisam de respostas concretas e urgentes para os seus problemas concretos e igualmente urgentes.
Esta é também uma das razões do crescimento que o Bloco tem vindo a ter junto da população, em vez de propaganda folclórica, vai conhecer o concreto junto de quem efectivamente sabe de cada assunto e assim poder oferecer as melhores propostas. Não será por acaso que o programa de Governo do BE para as Legislativas ultrapassou já os 150 mil downloads.
Estou convencido que esta nova abordagem da política, em que as pessoas estão sempre no centro do debate político e em que o cidadão comum pode contribuir para a elaboração do programa de governo, uma importante forma de voltar a dar sentido e credibilidade a algo tão importante para a sociedade como é a política.

Crónica publicada no Jornal Opinião Pública em 09/09/2009
"O mal dos seres humanos, é que preferem ser arruinados pelos elogios, a ser salvo pelas críticas."